Author Archives: skabest

Pesquisa Nacional de Mídia Online do Mercado de e-Commerce

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A BEST promoveu uma pesquisa com apoio do Projeto e-commerce Brasil.
Os resultados mostram que o investimento em mídia online é uma saída para o mercado de e-commerce no Brasil.

A tendência é de aumento ou manutenção do investimento, mesmo com o cenário de crise.

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Google modifica algoritmo e Mobile ganha relevância

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Cada dia que passa, mais, mais e mais pessoas usam seus celulares para acessar emails, redes sociais, conversar com amigos, pesquisar e fazer compras pela internet! 
 
O gigante Google, sempre pensando em entregar para o usuário a melhor experiencia possível em seus resultados de buscas, analisou esse novo cenário mundial e lançou uma atualização do seu algoritmo. Agora os sites mobile friendly receberão maior importância e consequente maior posicionamento orgânico nas buscas feitas por dispositivos móveis.  
 
Com essa nova atualização, não significa que os sites não responsivos irão desaparecer das buscas orgânicas nesses dispositivos; conteúdo relevante, único e que as pessoas queiram continuam sendo essenciais para um bom posicionamento! 
 
Algumas matérias lançadas desde essa atualização dizem que pequenos e médios negócios poderão fechar suas portas se não tiverem suas páginas adaptadas para essa nova realidade mobile.
 
Eu prefiro olhar pelo lado positivo! 
 
Nós, viciados em informações, sabemos como é ruim a experiência de sermos atraídos pela chamada de uma matéria, precisarmos ler o conteúdo e, quando entramos no site, ter que ficar dando zoom, arrastando para um lado e para outro e muitas vezes, clicando por acidente em algum link no meio do texto. 
 
Ponto pro Google. Ponto também para as empresas que não estão interessadas apenas em vender seu produto, mas  em entregar uma melhor experiência aos usuários.
 
Hoje pequenos detalhes separam um cliente fiel de um cliente insatisfeito que vai para um concorrente e/ou reclama em redes sociais.

A seguir uma dica de como testar a compatibilidade do seu site com dispositivos móveis.

Clique aqui e teste agora!

*Por Roger Lopes – Gerente de Performance BEST – Marketing de Performance
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O Facebook é a “Globo” do seu plano de mídia digital

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peca_artigo_fb_782O Facebook está para a sua campanha de mídia digital como a Globo está para uma campanha de comerciais na TV no horário nobre. Praticamente 90 milhões de brasileiros acessam o Facebook todos os meses.

Após assistir um comercial diversas vezes na Globo a possibilidade do consumidor procurar o produto ou o serviço no PDV (ponto de venda) para a compra, ou mesmo nos canais digitais, aumenta consideravelmente. A Globo não converte de forma direta. A Globo desperta o interesse de compra no consumidor. As agências de publicidade são responsáveis em otimizar a perfomance com suas equipes de criação e planejamento. O Facebook e as agências digitais de marketing de performance fazem o mesmo com a grande vantagem da segmentação do público e pertinência da oferta do produto ou serviço.

A conversão no Facebook acontece de forma indireta, assim como na TV. Em ambos o consumidor está se divertindo e se informando. No Facebook está também interagindo com seus amigos e conhecidos e com as próprias marcas que consome, ou pretende consumir.
Esta interatividade esta obrigando a TV a se reinventar.

O Facebook gera resultados de vendas através da exposição do produto ou serviço de forma adequada para um público segmentado e, ao contrário do que se acredita, interessado nesta publicidade.

Após ser impactado pela publicidade do Facebook, e de todas as demais redes sociais que oferecem esta possibilidade, provavelmente o consumidor procurará o seu produto ou serviço na busca do Google para efetivar a compra.

Para otimizar os investimentos em mídia digital, especialmente de varejistas online, é necessário uma análise completa dos meios utilizados considerando todos os passos da compra efetuada pelo consumidor, desde o primeiro clique, que pode acontecer no Facebook, passando por exemplo pelo retargeting de outras mídias display, finalizando provavelmente na busca do Google que será considerado o último clique.

Se sua agência digital ou gestor de e-commerce insiste em adotar o Last Click (último clique) e dizer que Facebook não converte, ou serve somente para ações de branding, preocupe-se !

Investir toda a sua verba de comunicação digital considerando somente o último clique é mais simples e fácil, mas certamente não proporcionará os melhores resultados de vendas.
O Facebook é o horário nobre da sua campanha de comunicação digital e atingirá quase 90 milhões de consumidores. Leve isto em consideração no seu próximo plano de mídia digital.

* Por Cláudio Coelho – CEO da BEST – Marketing de Performance

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Congresso Marketing & Vendas

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O Congresso E-Commerce Brasil Marketing & Vendas é o maior evento do setor na América Latina e reunirá 1.200 congressistas em São Paulo, no dia 13 de Março de 2015. O evento terá um único grande auditório com os keynotes speakers e 5 outras áreas dinâmicas de conteúdo, com os principais especialistas do Brasil.

A BEST Marketing de Performance é mantenedora do projeto E-Commerce Brasil desde 2013. No Congresso E-Commerce Brasil Marketing & Vendas estará presente no estande 24.

Os convidados da BEST contam com desconto exclusivo para comparecer ao evento. Basta clicar aqui e se inscrever.

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6 dicas para anunciar no Facebook. Sua Empresa na maior rede social do mundo.

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1. Imagem é tudo e Conteúdo também
Uma imagem atraente pode trazer mais resultado. A imagem selecionada deve ser auxiliar ao conteúdo. Tudo será apresentado de forma resumida. A imagem deve funcionar em diversos formatos, ser simples e ser capaz de transmitir a mensagem com pouco texto. A imagem deve estar apoiada em um texto aderente ao público e que transmita a mensagem que deseja transmitir. O destino do link precisa ser atraente e condizente com a “promessa” feita no anúncio. Taxa de rejeição é dinheiro perdido. O texto na imagem não pode ultrapassar a 20% do tamanho dela.

2. Diferenças entre Facebook Ads e Google Adwords
É importante saber as diferenças. Veículos diferentes, anseios diferentes do usuário e conteúdo distinto fazem com que seja necessário que os anúncios sejam feitos especificamente para o Facebook Ads.

O usuário deve ser respeitado. Ao contrário da busca no Google o usuário do Facebook não está no momento da compra. Ele quer ver e publicar fotos, compartilhar conteúdo e buscar indicações interessantes do seu grupo de anúncios. Esta posição deve ser respeitada. Uma abordagem muito direta pode trazer um efeito contrário.

3. Renove o conteúdo dos anúncios
Manter o mesmo anúncio torna o conteúdo desgastante e provavelmente irá diminuir a efetividade dos anúncios. O ideal é trocarmos com frequência esse anúncio, para melhorar o CTR e aumentar a experiência do usuário!

4. O Público é o personagem principal
A segmentação do público é o ponto principal. De nada adianta ter um bom anúncio e um grande potencial de investimento se não houver a segmentação correta. A conta é bem simples: quanto maior o seu público, menor o seu alcance e menor sua possibilidade de converter. Se você é uma empresa de cosméticos em São Paulo e quer vender batom vermelho, vale mais a pena você mostrar o seu anúncio para 100% de todas as mulheres, de São Paulo, de 20 a 28 anos que curtem batom vermelho ou atingir 1% do facebook, entre homens, mulheres de todas as idades e interesses?

5. Conte com o auxílio de uma agencia digital
A ferramenta de publicação de anúncios do Facebook é muito simples. Qualquer um pode criar seu anúncio, selecionar a segmentação, definir o investimento e anunciar. Mas um leigo provavelmente irá gastar recursos de forma equivocada. A ferramenta possui uma serie de “pegadinhas” e apenas quem possui familiaridade com a plataforma é capaz de escapar. Além disso são publicadas diversas atualizações em um curto espaço de tempo. Apenas um profissional é capaz de acompanhar estas mudanças na velocidade que elas ocorrem.

É preciso estar sempre atualizado para que os resultados sejam mais efetivos.

6. Dica BEST: Experimente!
O Facebook possui diversos tipos de anúncios diferentes! Se um anúncio não funciona para você, não desanime! Experimente os outros formatos disponíveis, experimente outra imagem, outro texto e até outro Call to Action!

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Conheça o Glossário da Mídia Online (ROI, CPC, CTR…) Parte 1

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O vocabulário da mídia paga é composto basicamente por siglas e termos técnicos. Eles tem como função facilitar a confecção de relatórios, propostas e deixar conversas sobre o assunto mais dinâmicas. Retorno sobre o investimento, custo por clique e taxa de cliques são alguns dos termos mais comuns. A BEST preparou um glossário com o significado dos termos mais comuns. Veja Abaixo:

CPC Custo por Clique

CPC Máx.: Valor máximo que você está disposto pagar por cada clique, popularmente conhecida como Bid (lance).
CPC Médio: Valor médio que efetivamente você pagou por cada clique

Clicks: O número de vezes que seu anúncio recebeu um clique.

Custo: O volume de investimento total gerado pela somatória de cliques recebidos

Impressões: O número de vezes que seu anúncio foi exibido.

CTR (Click Through Rate) ou Taxa de Cliques: Indicador de relevância do ad: Cliques / (dividido) por Impressões. Quanto mais alta a taxa, mais relevante determinado anuncio é.

Índice de Qualidade (Quality Score ou QS) – É um indicador que influencia diretamente no valor pago por cada clique. Quanto mais baixo o Índice de Qualidade mais alto será o Custo por Clique. No caso do Google, o Indice de Qualidade é classificado de 1 a 10 e ele é determinado pela combinação de Qualidade/Relevância (CTR), Relevância do Anuncio e da URL de Destino, entre outros.

Parcela de Impressões (Impression Share): É o percentual do quanto do potencial de alcance de determinada Keyword e Anúncio está sendo aproveitada/exibida. Duas formas muito comuns de se perder impressões é através de um limite de orçamento baixo da campanha em questão ou de lances/bids (CPC Máx) muito baixos, o que faz com que a palavra-chave ative o anúncio poucas ou nenhuma vez.

Conversões: É uma ação desejada. O número de conversões equivale ao número de conclusões de ações desejadas no final de um processo. Podem ser: Venda online, preenchimento de um cadastro, Visita, Tempo médio minimo em uma página, navegação em um hot-site, etc.

Taxa de Conversão: É o indicador do aproveitamento de sua campanha, ou seja, número de conversões dividido pelo número de cliques gerados pelos anúncios.

Custo por Conversão ou CPA: É o Total do Investimento realizado (cliques) dividido pelo número de conversões conquistado.

Valor Total de Conversão: No caso de vendas online, é o total de vendas realizado oriundo das campanhas online

ROI (Retorno sobre o Investimento, Return on Investment): É o Valor total de Conversão (vendas) dividido pelo investimento realizado nas campanhas.

 

* Por Marcelo Nicchio – Gerente de Performance da BEST

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Workshop – FACEBOOK ADS: MELHORES PRÁTICAS, MELHOR CONVERSÃO (MATERIAL)

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No mundo do e-commerce é fundamental ter acesso a público segmentado. Com o advento dos canais sociais e o engajamento dos usuários o Facebook é capaz de proporcionar um dos mais atualizados e completos cadastros de usuários do meio digital.

As implicações dessa dinâmica é que toda empresa deve exercitar a prática da segmentação.

Esse é um termo que soa meio teórico, pois está presente em todos os livros de marketing, porém é de uma simplicidade e lógica avassaladoras.

Em 12 de novembro de 2014 a BEST promoveu um workshop presencial na sede do e-Commerce Brasil em São Paulo. Ministrado por Marcelo Nicchio, gerente de Performance da BEST, foram apresentadas as melhores práticas para otimizar as suas campanhas de Facebook gerando um tráfego mais qualificado e consequentemente mais vendas.

Veja a apresentação abaixo:

 

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Google ou Neymar, de quem é o crédito?

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Nessa copa do mundo, muito se falou de Neymar na Seleção Brasileira. Que sem ele o Brasil não teria chances de vitória. Mas descontando o fiasco contra a Alemanha, se pensarmos nas vitórias da seleção antes do fatídico jogo, seria justo atribuir todo o crédito ao jogador? Seria justo dizer que todas as vitórias do Brasil foram ganhas exclusivamente por causa de Neymar?

Embora muitos digam que sim, a verdade é que as vitórias foram do Brasil e não do Neymar. Ele recebeu boas assistências para fazer seus gols. Caso contrário, Cristiano Ronaldo teria levado Portugal à vitória desta Copa do Mundo de 2014 e Lionel Messi teria feito da Argentina o time campeão na final. O fato é que o jogo não funciona exatamente assim.

E o que o Google tem a ver com o Neymar? O Google está para o jogo publicitário em uma posição similar à de Neymar com a Seleção Brasileira. Imaginem o seguinte cenário: você é uma pessoa que gosta de fazer trilhas com seu jipe no final de semana e, numa segunda-feira, ao acessar o Facebook você é impactado por um anúncio da Timberland, com o lançamento de um calçado impermeável. Você acha perfeito para usar no próximo final de semana e clica dando início a compra no site do varejista x, coloca o pedido no carrinho de compras mas, um pouco antes de finalizar a compra, seu celular toca e depois já tem uma reunião a sua espera e com o passar do tempo acaba esquecendo da compra.

No dia seguinte, você está lendo as notícias no Uol e é impactado por outro anúncio da Timberland, este com uma oferta de preço ainda melhor do que a do dia anterior. Você clica e começa o mesmo procedimento de compra e eis que, por algum outro motivo, acaba não finalizando a compra. Passam-se duas semanas e num final de semana fazendo trilha, ensopa todo seu pé numa poça de lama e lembra-se de que se tivesse comprado o produto não estaria passando por aquilo. Compromete-se então a chegar em casa e finalizar a compra.

Uma vez em casa, sem interrupções do dia-a-dia, você entra na internet mas não se lembra mais o nome do produto. Então você entra no Google e digita na busca: “calçado impermeável para trilhas” e um dos primeiros resultados é um link patrocinado com o anúncio: Tire o pé na lama, proteja-se com o Timberland Impermeável. Finalmente você clica e finaliza a compra.

Com base nesse exemplo, seria justo atribuir todo o crédito da sua compra ao Neymar, digo, Google? Seu você não soubesse da existência do calçado impermeável pelo Facebook, será que teria procurado pelo mesmo no Google? Possivelmente não! O crédito nesse caso, nas devidas proporções seriam das mídias display do Facebook, retargeting no Uol e search no Google. No entanto, o Google foi neste caso o Neymar, que finalizou o gol necessário para a vitória no campeonato. O Google foi o último clique.

A sensação que o varejista brasileiro tem e que cria o mito no mercado que só Google converte, vem da cultura do Last Click, que é o modelo mais utilizado. O Last Click, atribui 100% do crédito para a mídia que precedeu imediatamente a venda ou conversão. O First Click já é o modelo que atribui 100% do crédito para a primeira mídia que impactou o consumidor no início do caminho de conversão.

O ideal para um varejista é antes de mais nada ter consciência do impacto de cada mídia no processo como um todo. E, é para definir o crédito que cada mídia tem nesse caminho de sua compra, que empresas especialistas em marketing de performance fazem uso de modelos de atribuição e plataformas que identificam automaticamente o caminho feito pelo consumidor, bem como atribuem o peso a cada mídia. O Modelo de atribuição é uma regra ou um conjunto de regras que determina qual crédito de conversão de vendas deve ser atribuído para qual mídia e em que etapa do processo até a conversão.

Além do Last e First Click, existem outros modelos como; a divisão igual de pesos (% igual para cada mídia) e o U-Shaped, que vem sendo muito utilizado por varejistas brasileiros, onde 40% do peso é atribuído ao primeiro clique, 40% ao último clique, e os 20% restantes, para as demais mídias.

Para o sucesso do varejista na conversão dos seus anúncios, é muito importante que ele entenda como funciona na prática a conversão de resultados e qual mídia está fazendo que papel e em que momento. Os modelos de atribuição permitem entender a performance e o resultado é que o varejista poderá distribuir melhor seus investimentos usando as mídias mais relevantes para o seu negócio, com base nos resultados que ele já teve em suas campanhas, ou seja, de acordo com o comportamento de seu consumidor.

Certamente, como o Neymar na Seleção, usar o Google nas estratégias de mídia ajuda bastante o varejista alcançar o Gol. Mas cada vez mais, novos players tem entrado em campo, e nada melhor do que medir seu resultado efetivo para garantir a independência de um só jogador. Afinal, eles falham, se machucam ou jogam mal. Melhor não arriscar !

* Por Claudio Coelho – CEO da BEST – Marketing de Performance

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Revolução Industrial, Digital e a Automatização de Processos

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industrial_blog_bestEm meados do século XVIII iniciou-se um movimento que tinha por finalidade industrializar o trabalho humano, isto é, utilizar máquinas para realizar o trabalho feito por homens. Chamado de Revolução Industrial, é um marco na história mundial por ter sido a primeira vez em que ciência, economia, e diversos outros campos de estudos foram integrados para um bem único: agilizar a produção sem perder qualidade e ainda gerar maiores lucros, benefícios estes que perduram até os dias atuais.

A automação do serviço manual alertou as grandes indústrias para os seguintes pontos: uma máquina substitui o trabalho de muitas pessoas e o executa com muito mais rapidez e precisão. Sendo assim, a produção cresce, as vendas podem aumentar e, com elas, ampliam também os lucros da empresa. O custo de mão de obra foi drasticamente reduzido.

Voando para os tempos atuais, quando a tecnologia já tomou as áreas de trabalho em grandíssima escala, para se arranjar um emprego, o candidato precisa, minimamente, saber lidar com um computador e acessar a Internet. Percebemos que as máquinas não somente trazem evolução em todos os campos – economia, saúde, comunicação, entre outros – como criaram uma relação de dependência também entre os “civis”. Não vivemos sem tecnologia. Não vivemos sem atualizações, evoluções, digitalizações, conexões. E se somos assim socialmente, imagine no âmbito profissional.

O que acontece quando o mundo digital já não é suficiente, ou melhor, autossuficiente? Quando a própria evolução precisa ser renovada? Respondo: ela deve ser mantida como está e algo que venha a melhorá-la deve ser criado em paralelo. Chegamos a um tempo em que é necessário revolucionar aquilo que já havia sido revolucionado! Há softwares e plataformas que já executam serviços restritamente corporativos de automação de rotinas digitais que um dia foram morosas e manuais. Isso significa que o trabalho humano é agora duplamente “refinado”, duas vezes automatizado, com o dobro de eficiência.

Vamos pegar como exemplo a gestão de mídia online como é no exterior. Os projetos e processos utilizam softwares pra tudo. Enquanto, no Brasil, onde tendências e tecnologia possuem cerca de dois anos de defasagem em relação aos Estados Unidos, essas mesmas tarefas ainda são realizadas à mão, em dezenas de planilhas que vão e vem entre empresas, clientes e prestadores de serviços. Lá fora, são utilizados programas com banco de dados e histórico de processos, que cruzam todo o tipo de informação. Um software é capaz de fazer o que dez ou 15 profissionais fazem, processam mil palavras em questão de segundos, algo que uma pessoa leva quatro horas para fazer.

O trabalho humano, entretanto, não foi extinto. Ainda que as indústrias tenham diminuído sua mão de obra física, as máquinas nada mais são que objetos. Não surgem, não andam, não se movem e não se “curam” sozinhos. Para criá-los, transportá-los ou repará-los, ainda são necessárias a força e a inteligência do homem. Portanto, a revolução não acontece para acabar com o trabalho das pessoas, mas sim para ser acompanhada, para evoluir também as nossas funções, a nossa mentalidade e, consequentemente, nosso trabalho.

*Cláudio Coelho é CEO da BEST Marketing de Performance

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